Tristeza, dor, ilusão... Não sabia ao certo. A moça só queria
fugir. Fugir de tudo aquilo que causava dando ao seu pequeno coração.
Preocupada, na ânsia de se livrar de tudo aquilo ela corria como alguém
que desejar encontrar a saída, ou como alguém que desejava ganhar um
troféu. Na busca pela sua libertação a moça acelerava os passou sem
mesmo observar onde pisava o que avistada, ela só queria se livrar de
tudo aquilo e voltar para o jardim de onde havia saído. Presa, era assim
que sem sentia com todo aquele sentimento, toda aquela confusão na sua
mente. A moça precisava urgentemente encontrar uma válvula de escape.
Não poderia suportar sem dor tudo que estava posto, tudo que a cercava.
Angustiada a moça cansa de andar e para no meio do caminho, não
conseguia mais dar um passo sequer. Seu coração sangrava e no desespero
ela se lança ao chão. Tudo que mais desejava era encontrar novamente seu
sorriso, sua alegria, sua calma... Respirava profundamente na esperança
de que tudo voltasse ao normal, às flores, os ramos, o ar, a beleza, a
vida! Pobre moça sensível seu coração pequeno não resistira ao carinho,
afago ao contrario ela abraçara com toda sua força aquela doce ilusão de
felicidade. E agora, seu coração estava desapontado e sozinho, já não
acreditava naquelas belas palavras, naquele belo sorriso, naquela falsa
ilusão. Arrancou a força, das mãos da moça, o que no momento a fazia
feliz. Ela descobrira que era uma verdade inventada e não havia passado
de impressões. Sem saída, agora a moça prometera a ela mesma não mais
acreditar em qualquer porcaria que lhe dissessem, não. Ela não ia mais
deixar que seu coração fosse manipulado de tão forma que a levasse para
longe da realidade. Não, ela não poderia mais se permitir sofrer tanto
assim, por isso fugira para bem longe. Era a decisão que havia tomado.
Fugir de tudo aquilo que a fazia chorar, de tudo que a fazia sofrer, de
tudo que não deveria desejar, de tudo que poderia querer. Ela decidiu
fugir do seu sonho e nunca mais o mesmo sonho sonhar.
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